
A NECESSIDADE DA LEI DO PROGRESSO
Minhas irmãs, meus irmãos, que a Paz de Jesus se encontre em nossos corações.
Muitos amigos e colegas do meio espírita que me conhecem, sabem que gosto de compartilhar minhas experiências dentro da doutrina, onde hoje lhes compartilharei uma reflexão que fiz há 10 anos, quando meu pai retornou à Pátria Espiritual.
Em nossas vidas temos uma série de incertezas, onde destaco as mais comuns que enfrentamos:
- A Incerteza do aprendizado e ser um bom aluno;
- A Incerteza de ter um bom trabalho e ser bem remunerado;
- A Incerteza de crescer economicamente e conquistar bens materiais;
- A Incerteza de ter um relacionamento amoroso/conjugal sólido;
- A Incerteza de ser amado pelos pais ou pelos filhos;
- A Incerteza sobre o futuro de nossos filhos ou tutoreados;
- A Incerteza sobre a economia do país e o futuro do mundo;
- A Incerteza de se manter bem empregado ou sucedido profissionalmente;
- A Incerteza de não ter o reconhecimento pessoal ou profissional;
- A Incerteza de sair de casa e retornar ao final do dia;
- A Incerteza de ser um bom ser humano;
- E por fim, a Incerteza pelas Incertezas.
Dentre todas estas incertezas, a única CERTEZA que temos é a de que UM DIA DEIXAREMOS DE HABITAR ESTE ORBE TERRESTRE.
E esta certeza (ou melhor, realidade), muitas vezes se choca com tudo que aprendemos dentro da Doutrina dos Espíritos, pois nosso egoísmo e/ou falta de evolução moral nos impede de aceitar que o desligamento da matéria é obrigatório, tanto para nós mesmos quanto para os demais seres humanos.
A Lei do Progresso, uma das Leis Morais (ou Espirituais) descrita na 3ª parte de O Livro dos Espíritos, nos ensina: “Através da A Marcha Pelo Progresso (…) o homem se desenvolve por si mesmo, naturalmente, mas nem todos progridem ao mesmo tempo e da mesma maneira; é então que os mais adiantados ajudam os outros a progredir, pelo contato social.”
De uma forma muito lúdica e simplista, podemos resumir este capítulo da seguinte forma: com a prática do exercício da paciência, da tolerância, do respeito e principalmente, do amor pelo próximo, sofreremos menos com a separação carnal e seguiremos com mais este aprendizado para nossa evolução como espíritos.
Sim, minhas queridas e meus queridos, a partida e o desligamento da carne é muitas vezes é doloroso, mesmo para nós “autodenominados” Espíritas… porém se faz necessário! Vamos aproveitar as oportunidades que temos nesta reencarnação para evoluirmos de forma moral e intelectual, através da convivência.
Nosso tempo de vida neste plano terrestre é efêmero… O Evangelho do Cristo nos ensina que a fé raciocinada nos abre um caminho muito mais amplo e argumentador, constantemente em atualização, à medida que temos acesso ao conhecimento!
Pensem nisso!
Desejo muita Paz e Luz em vossos Corações.
Danilo Kostenko é voluntário no Centro Espírita Flamarion Casa do Caminho em Sorocaba