A VERDADEIRA MISÉRIA DO SER HUMANO
Meus irmãos, minhas irmãs, espero que se encontrem bem.
Hoje serei um pouco áspero em minha reflexão, pautada no momento global em que vivemos:
- Guerras geopolíticas;
- Polarizações de opiniões;
- Velocidade da informação;
- Fome, miséria, catástrofes naturais;
- Os mais variados diagnósticos de depressão;
- E um tal de “etc”…
Ao mesmo tempo em que uma grande parte da humanidade dispõe das facilidades e confortos materiais, outra grande parcela vive em verdadeiro estado de plena miséria material, com diferenças sociais gritantes…
Enquanto muitos de nós somos “abençoados” na caminhada terrestre, tendo um teto sobre nossas cabeças, condições de estudo para progredir e evoluir materialmente, por que tantos outros seres não dispõe destas mesmas condições?
A Doutrina do Espíritos nos ensina que todos os seres são criados da mesma forma, “simples e ignorantes”, tendo a mesma condição de evoluir.
E esta mesma Doutrina nos esclarece que o atual estágio da humanidade é um mundo de Provas e Expiações, onde diversos espíritos tem que passar por uma verdadeira “depuração”, através do resgate moral e material de vidas pregressas.
Isto é realmente reconfortante para o Espírita, pois ele se torna “ser” mais evoluído e compreensivo, não é mesmo?… Absolutamente não!!
O verdadeiro estado de miséria do ser humano chama-se indiferença, exercício pleno do egoísmo e do orgulho do ser humano, seja ele espírita ou não!
O princípio básico da Doutrina codificada por Kardec é a “Lei da Ação e Reação”, princípio físico e material que tem suas benesses e consequências através do exercício do Livre Arbítrio, ou seja, a oportunidade da escolha concedida por Deus para o ser humano, ponto fundamental para sua Evolução Moral e Espiritual.
Meus caros, poderíamos ficar horas exemplificando e discutindo sobre os problemas sociais e morais que assolam nosso querido Brasil e toda a humanidade, mas encerro por aqui com uma reflexão direta para nós, seguidores da Doutrina dos Espíritos: Será que somos indiferentes e miseráveis, ou não?
Paz e Luz.
Autor: Danilo Kostenko
